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terça-feira, 26 de novembro de 2013

Mais reflexão...(insônia)

Cabeça fervilhando...
Não sei se é uma dádiva ou uma maldição saber (ou achar saber) um pouco mais que uma pessoa comum.
 Fervilham (os pensamentos) tão intensamente que até meu sono levam.
Tanto pra escrever...tão poucas palavras pra expressar.
Vontade de falar sobre tudo mesmo sabendo que no fim não direi nada sobre coisa alguma.
Madrugada,...estou enchendo esse espaço de palavras e nem ao menos comecei a "pensar".
Ando aprendendo demais sem ao menos sentar na cadeira e ouvir...,ver...sentir.
O desperdício anda aflorado pelo que vejo da minha parte.
Errar então é praxe...de tanto buscar um acerto, lapido uma vitória com vários fracassos anteriores.
Entre minutos de cada parágrafo, várias situações, pessoas ou experiências que passam como flashes e eu,...bom...tento me agarrar a uma dessas ideias para seguir o raciocínio (cada minuto agora parece ser hora).
Essa situação por exemplo: Quando me imaginei escrevendo na madrugada sobre coisas que vivenciei amei ou odiei? Na verdade, já critiquei tal coisa.
Não cuspa para cima....tá....eu sei, já caiu em meu rosto diversas vezes. Soa nojento mas bem lógico.
Também não sou infantil em afirmar que aprendi com isso e blá blá blá...certos erros já são coisas do cotidiano.
Mas quando alcanço algo ah! O caminho que sofri antes dá um sabor tão doce...
O que ameniza todo "ardor" é um aprendizado que tive durante minha curta vida mas que demorei a colocá-lo em prática>>>> Sempre há um lado bom das coisas. 
No olho do furacão de problemas indescritíveis, conseguia me acalmar com esse pensamento.
Ser racional numa hora dessas é imprescindível ao mesmo passo que quase impossível.
Um detalhe que faz uma diferença enorme.
Evita-se palavras dolorosas, falsos julgamentos, atitudes precipitadas e atos irreversíveis.
Funciona também quando se trata de Amor.
Quando não se faz desse sentimento um conto infantil, se perde muito menos.
Não se cobra, espera. Não exige, merece. Esperando, age. Acredita, não se cega. Não exagera, é ideal.
Mesmo no sentimento, a lógica ainda é a mais amorosa com nós mesmos.
Não vou mentir...
O que me levou a escrever não foram (só) os pensamentos mas, as pessoas.
Tanto boas quanto más e ainda as que se acham boas e são más e as más que por serem assim não me enganam e se tornam boas de certo ponto de vista.
Mágoas, admiração, desilusão, confiança, abandono e força.
Tudo isso...
Hoje mais uma reflexão que costumo chamar de chororô...
Pessoas de perto que estão longe e pessoas de longe que nunca saíram de perto. 
Pessoas que acham que fizeram e se enalteceram,...outras que não prometeram e aconteceram.
A madrugada correu...consegui escrever sobre tudo sem explicar nada e ao fim de tudo quando li cada palavra que escrevi,...coloquei certas pessoas nos seus devidos lugares dentro de mim!


Um comentário:

Obrigado pelo comentário.