Nunca se falou tanto sobre política como nos tempos atuais.
Pudera, a roubalheira foi tamanha que despertou esse lado na grande maioria da população.
Com esse "senso de justiça" e agora apreço por política também vieram os "lados" - direita e esquerda.
Eu não escondo que sou de direita (não extrema direita... nada que se diz extremo é bom) devido à minha criação, opinião, experiências vividas, não poderia jamais ser de esquerda.
Eu não vou julgar o outro lado... não gosto de apontar porque não quero que apontem nada para mim.
Enfim...
A falta de buscar conhecimento e se basear nesse "calo" mental que se chama - Facebook, fez nascer outras duas partes - uma delas são os extremistas (tanto de direita quanto de esquerda).
Talvez eu discorra a respeito dessas duas últimas "raças" em postagem futura...
A questão é -
O mundo já banalizou de tudo e de diversas formas .
Nesse pandemônio que se instaurou sobre os "lados", também fez surgir algo que já existia mas, não tinha nome - a segunda parte - os "isentões"!
Esses são aqueles que se intitulam "pensadores e acima da média", "que não se rotulam"...
Tenho pra mim que são os piores.
Na vida assim como na política, sempre temos que escolher um lado.
Ficar "em cima do muro" só denota a sua falta de vontade, segurança e até de caráter.
Direita e esquerda vão se digladiando tentando impor seu ponto de vista e os isentões... bom, ficam em cima do muro esperando o vencedor para também dizer que simpatizam com suas ideias.
No amor, o isentão é aquele que não te aceita mas quer te agradar, não tem como lhe ter por perto (ou não faz nada para isso) mas também não te quer longe, diz "te amo" com a mesma frequência de "te odeio".
Tanto na política quanto nos sentimentos, não escolher um lado é o mesmo que deixar que escolham por você!
